domingo, setembro 18, 2011

Na Vila da Vila

Saudade da Vila Madalena. Do sobe e desce das ruas. Do sobe e desce nosso de cada noite. Do cheiro do peixe no alumínio misturado ao cheiro do cheiro seu. Saudade até das cenas de cigarro na mão... pós jantar, pós amor, em pé, na varanda, pela janela, olhos que me adimiravam sua... olhos que te admiravam, vão. Não haviam juras, haviam agoras e nuncas num abrigo perdidamente pacional. No seu comodo, o incomodo do Se e a entrega de todo tanto. Noites a fora, madrugadas a dentro. Restou a saudade do peixe e do prazer de um 'Agora' passado. Graças pelo ausente. 

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