Como quem carrega pedras
Como quem desata nós
Da garganta de um poeta
Ouço coração chulo e só
Bicho do mato que faz fita.
Língua de gato ou de leão?
Um sussurrar tão profundo
Mentes banhadas de amor, paixão
Sua pele e seus prumos
Inibindo toda minha ação
Bicho do mato que faz fita.
Língua de gato ou de leão?
Pro sono a noite é dos sonhos.
Pra insônia é inspiração.
Seja como for
Noites são feitas de planos vãos.
Quantas vezes estive comigo?
Quantas estive fora de mim?
Santo sujo, amor mendigo
Sinto o perfume que perdi.
Como quem carrega pedras
Como quem desata nós
Da garganta de um poeta
Ouço um coração tão chulo e só
Bicho do mato que faz fita.
Língua de gato ou de leão?
vanessa paixão
Sou touro e discreta. Irônica, um doce, à flor da pele. Sou Maria e Madalena... de muitas meninices e de muita velhice. Me encanto com gente inteligente, que flutua à massa. Sou de trocas, não de via única. Tenho amigos/irmãos que cabem nos dedos de duas mãos. De cara limpa a boca suja, o cabelo bagunçado e o olhar bem ali, no fundo do olho. Muito de mim vc não vê, não sente, não tem, e, muito provavelmente, nunca terá. A menos que consiga viajar além do que os olhos vêem.
sábado, janeiro 29, 2011
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Blá blá blog
'Macacos, me mordam.
Mas me deixem um pedaço.'
'O presente que mais me agrada é a presença.'
'Minhas mãos tocam onde meus pensamentos chegam.'
(em viagens insanas e não).
Mas me deixem um pedaço.'
'O presente que mais me agrada é a presença.'
'Minhas mãos tocam onde meus pensamentos chegam.'
(em viagens insanas e não).
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Melanco-RIA!
Da melancolia, MEL
Doce, doce, avesso ao fel
Transborda zumbido
De Amor e libido.
Da melancolia, LÃ
Arteira. Artesã.
Faz malha a menina
'De Lana Caprina'.
Da melancolia, COOL
O colo acolhia.
Sonhei nesse colo
Pensei ser magia.
Da melancolia, LIA
Sem ponto nem vírgula
Sem pausa ou travessão
Eterna reticência, ponto final não.
Da melancolia, A!
Artigo definido
Definindo-a!
Essa
Aquela
Ela
Há!
Doce, doce, avesso ao fel
Transborda zumbido
De Amor e libido.
Da melancolia, LÃ
Arteira. Artesã.
Faz malha a menina
'De Lana Caprina'.
Da melancolia, COOL
O colo acolhia.
Sonhei nesse colo
Pensei ser magia.
Da melancolia, LIA
Sem ponto nem vírgula
Sem pausa ou travessão
Eterna reticência, ponto final não.
Da melancolia, A!
Artigo definido
Definindo-a!
Essa
Aquela
Ela
Há!
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Tanto tudo
O que é que faço com tanta pressa, tanta prece?
Tanto tudo que rodeia minha noite e minhas vestes?
O que é que faço com tudo que transborda desse coração?
E com tudo que resta desse resto e corre para os vãos?
O que é que faço com o abraço que sobra?
E com tanto querer que anda feito faísca em pólvora?
O que é que faço com o que já não quer morar comigo?
E com todo desejo que quer pular da minha boca e flutuar em teus ouvidos?
O que é que faço com os braços que estão abertos
E de lenços, que esvoaçam feito vestido de moça, estão cobertos?
O que é que faço com esse sorriso que levanta vôo qdo a brisa do teu olhar bate?
E com essas pernas que se entrelaçam de tanto querer que me invade?
O que é que faço com a sobra de tanto tudo?
Tanto tudo que rodeia minha noite e minhas vestes?
O que é que faço com tudo que transborda desse coração?
E com tudo que resta desse resto e corre para os vãos?
O que é que faço com o abraço que sobra?
E com tanto querer que anda feito faísca em pólvora?
O que é que faço com o que já não quer morar comigo?
E com todo desejo que quer pular da minha boca e flutuar em teus ouvidos?
O que é que faço com os braços que estão abertos
E de lenços, que esvoaçam feito vestido de moça, estão cobertos?
O que é que faço com esse sorriso que levanta vôo qdo a brisa do teu olhar bate?
E com essas pernas que se entrelaçam de tanto querer que me invade?
O que é que faço com a sobra de tanto tudo?
segunda-feira, janeiro 03, 2011
Que som terá?
Qual será o som da lua
Quando é nova ou brilha cheia?
Qual será o som da terra
Quando a imensidão semeia?
Qual será’o som do sossego
O som da neve, o som do Pai?
Qual o som do sol nascendo
E o som de quando ele se esvai?
Qual o som da luz, e a arte?
Qual o som do sal, do mel?
Qual é o som da liberdade?
O som da língua, e o colo seu?
Que som pulsa na saudade?
Que som um abraço amigo trás?
Que som mora em Plutão, e em Marte?
Que som emana o amor e paz?
Quando é nova ou brilha cheia?
Qual será o som da terra
Quando a imensidão semeia?
Qual será’o som do sossego
O som da neve, o som do Pai?
Qual o som do sol nascendo
E o som de quando ele se esvai?
Qual o som da luz, e a arte?
Qual o som do sal, do mel?
Qual é o som da liberdade?
O som da língua, e o colo seu?
Que som pulsa na saudade?
Que som um abraço amigo trás?
Que som mora em Plutão, e em Marte?
Que som emana o amor e paz?
sábado, janeiro 01, 2011
Sweet ARTE

Se é arte o cabelo pode ser assanhado, o olho borrado, a roupa trapo.
O dedo pode ser torto, o olho não ver, a boca não dizer.
O que não pode, nunca, é o sorriso do coração calar.
Na arte, o não ver pode ser crer,
O A pode ser B.
O que não pode, na arte, é de mentira ser.
Questionar o imaginário, fingir prazer, ser sem querer.
O encanto aos olhos vem pelo coração...
O espírito toma maior parte do que as mãos.
Na arte, a diferença está no brilho do olhar.
Na cara limpa.
Nos pés no chão.
No coração aberto.
No flutuar em desatino.
No sorriso franco.
No brincar de verdades.
No amor pelo simples.
No aceitar as diferenças.
No preconceito pelo preconceito.
No mundo normal não é normal ser diferente!
Na arte a beleza existe por ser, simplesmente, arte.
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