E tudo o que é tão pouco, é tanto, é tão meu.
Todo coração apaixonado ou que por ele se apaixona.
Todo deslize, todo engano, toda falta e toda sobra...
Desaprendi a amar.
Toda subjetividade amarga ou doce
Por um momento e para sempre
Guarda-se nas lembranças do jamais.
Sou touro e discreta. Irônica, um doce, à flor da pele. Sou Maria e Madalena... de muitas meninices e de muita velhice. Me encanto com gente inteligente, que flutua à massa. Sou de trocas, não de via única. Tenho amigos/irmãos que cabem nos dedos de duas mãos. De cara limpa a boca suja, o cabelo bagunçado e o olhar bem ali, no fundo do olho. Muito de mim vc não vê, não sente, não tem, e, muito provavelmente, nunca terá. A menos que consiga viajar além do que os olhos vêem.